segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Oi pessoa?!
Hoje vou compartilhar com vocês uma crônica, que supostamente é de autoria de Luís Fernando Veríssimo. Eu particularmente ri muito com ela, espero que você também se divirta também!

Aeroporto Santos Dumont, 15:30.

Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.

Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. "Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta,tranqüilo". O avião só sairia as 16:30.

Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.

Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: "Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro". Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.

O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: "Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levara em torno de 1 hora, devido a obras na pista". Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era,aproveitou para tirar um sarro.

O alivio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um coco sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que da vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra exporem uma bienal.

Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei serio: "Cara, caguei !"
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. "Que se dane, me limpo no aeroporto" - pensei. "Pior que isso não fico”.

Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que e lado,borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calcas, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora liquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade.

E depois um peido tipo bufa que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.

Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tira-lo levou metade dos pelos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.

Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco. Olhei para cima e blasfemei: "Agora chega, né?"

Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia. Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o "check-in" e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas.
Na mala de mão só tinha um pulôver de gola "V". A temperatura em Miami era de aproximadamente 35graus. Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era historia. As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.

Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra,e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.

Estava pronto para embarcar. Sai do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calcas do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola "V", sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o "RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO" e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei apensar em pedir 120 toalhinhas disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: "Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este
dia de merda !!!"

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Olá pessoal! 
Olha eu aqui mais uma vez! hahah
Hoje vos trago o plano para a "Hora do Conto", que eu e meu grupo elaboramos para a prática docente com alunos do 3º ao 5º ano do ensino básico da Escola Adventista de Ivatuba.
Confesso que estou bastante ansiosa para esse momento e objetivando que o nosso proposito seja alcançado, ensinar valores da eterna educação, do Reino!

Então vamos lá!




Nomes dos Integrantes: Carolina Oliveira, Luciele Nogueira, Maria Victória, Sara Karoline
 Tema: O Pato Poliglota
 Objetivo: Mostrar que podemos dialogar com falantes de todas as línguas.

 Recursos utilizados:
  •  E.V.A’s coloridos (1 Verde claro e 1 verde escuro, 1 branco, 1 preto, 2 amarelos e 2 marrons, 2 laranja, 1 rosa claro, 1 Vermelho)
  •         Palitos grandes (Para utilizar nas máscaras)
  •        Canetinhas coloridas,
  •         Baú do escolar emprestado


 Relação Fé/Ensino:

Mostrar que o amor é uma linguagem universal.
No final falaremos sobre o amor, que o amor é uma língua universal que todos entendem, inclusive os animais e que na Bíblia diz que Deus é amor.

Roteiro:
  •  Personagens:

Pato: Luciele
Menina Vivi: Victória
Animais: Carolina e Sara

(Menina olhando uma caixa de presentes)
Menina: UAU!!!! OLHA ESSE CACHORRINHO QUE EU GANHEI! ESTOU MUITO FELIZ!!!
(O cachorro começa a fazer bagunça por todo lado e então encontra com o gato e eles começam a brigar)
Menina: Aí aí aí aí aí não sabia que isso iria dar tanta confusão! (Menina para e pensa)
Menina pensando: ué... será que eles brigam tanto porque as línguas deles são diferentes e não entendem o que o outro fala?? Acho que é isso! Vou arrumar uma solução!
(Menina sai procurando e encontra o pato poliglota!)
Pato: olá menina bonita! Como você está? Estava me procurando?
Menina: sim senhor pato! Preciso de sua ajuda!
Pato: acho que posso te ajudar! Vem comigo!
(Eles caminham e enquanto isso o pato mostra sua escola)
Pato: eu sou professor e essa é a minha escola onde ensino muitas línguas diferentes! Observe...
(O pato começa a falar com os pintinhos e eles respondem o pato: piu, piu, piu)
Menina: uau senhor pato! Me mostre mais por favor!
Pato: ok! Vamos continuar
(O pato encontra o sapo)
Pato: sei falar com os sapos também! Quer ver?
 (E aí ele conversa com o sapo na linguagem do sapo)
Menina: uau!!!! Você é a solução do meu problema! Obrigada senhor pato, logo nos veremos novamente!
(A menina sai de encontro com o gato e o cachorro, nisso eles ainda estão brigando porque eles não conseguem se entender!)
Menina: ahhhh vocês ainda estão brigando? Mas é já que vou colocar vocês na escola do senhor pato!
(Pegou os dois e levou até a escola)
UMA SEMANA DEPOIS...
(O gato e o cachorro não brigavam mais e conversavam e davam risadas, um falando a língua do outro)
Menina: uau estou impressionada! Olha como eles são amigos agora... quero conversar com eles também!
(Menina foi falar com o senhor pato)
Menina: oi senhor pato! Lembra de mim? Quero me matricular na escola e aprender a língua do meu amigo gato e do meu amigo cachorro!
Pato: é para já! Sente aqui que te ensinarei!
(Menina senta)
Pato: vamos começar com a frase: “o dia estava lindo lá fora.”
Pronuncie comigo: miau, miau miau, miau
Au au, au au, au
(Menina repete)
Pato: muito bom! Já está preparada para conversar com seus amigos!
Menina: obrigada senhor pato!! Quer dizer: “Au,au au au!!
('Menina vai para casa e já chega falando a língua dos seus dois amigos)
Menina: que legal! Agora sei falar a língua dos meus amigos e eles sabem falar a minha também! Todos nós entendemos e não há mais brigas!!!

Para finalizar cada uma falará brevemente sobre o quanto é importante sabermos falar na linguagem do amor, e que o maior professor dessa língua é Deus.

Depois conto a vocês como foi a experiência de estar com eles. Beijos e até a próxima!

quarta-feira, 5 de setembro de 2018







Tendência Tradicional

O ensino tradicional é uma das concepções contemporâneas mais antigas, e é um ensino que predomina nas escolas ate hoje. A pedagogia tradicional fica presa a um ensino padronizado, que muitas vezes não permite a inovação e também uma interação maior entre aluno-professor.
Na Pedagogia Tradicional o professor é autoridade máxima, ele deve ter um nível de conhecimento razoável, já que é ele que deve passar para os alunos os conhecimentos históricos. O professor na maioria das vezes se limitam a transmitir a matéria de forma global sem se preocupar com as individualidades, e os alunos se limitam a apenas "escutar e memorizar", o que o professor passa, não havendo participação.


Esta tendência compromete a transformação da sociedade, já que não há questionamentos e nem pensamentos críticos, os homens e mulheres apenas serão capazes de repetir o que lhe foi repassado em qualquer disciplina, o que desenvolve apenas a memória e a retenção de informações. Trabalhar o pensamento crítico e reflexivo fica em segundo plano, de forma aos alunos não perceberem todo processo alienatário e excludente presente na sociedade capitalista.










quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Olá! É muito bom receber sua visita por aqui!
No post de hoje, trago um breve relato sobre a influência das Nova Tecnologias da Informação e Comunicação (NTICs), para o despertar do interesse do aluno dentro da sala de aula.
Sabemos muito bem que a rede social tem grande influência na vida do aluno na sociedade moderna, nota-se que o mesmo tem gastado tempo demais navegando nas redes e consequentemente dedicado pouco a leitura e escrita. A maioria dos alunos do ensino médio dispõe um certo temor quando, em sala de aula, é solicitado a escrita de resenhas, resumos, crônicas ou artigos, pois possuem grandes dificuldades para escrever e se expressar.
No segundo capítulo do livro Novas tecnologias no contexto educacional, Lindamir Cardoso Vieira Oliveira discute se a implantação das NTICs no ambiente escolar pode realmente propiciar inovações da prática pedagógica e da cultura da escola. Partindo de um referencial teórico educacional bastante consistente, ela discute a necessidade de a escola aprender e refletir sobre suas práticas rumo à construção de uma organização social crítica, criativa e cidadã. Destaca que “a meta que nos é colocada é a conquista de uma escola com uma estrutura em que as inovações não sejam prescritas, mas planejadas, implementadas, avaliadas pela equipe escolar, adaptadas a sua realidade” (p. 49
Eu acredito quer través do uso das redes sociais, tais como facebook, chat, skype, blogs e etc. O educador pode despertar no aluno o interesse pela leitura e escrita, desenvolvendo seu senso crítico, além de fazer com que ele (o aluno) acrescente e fixe os conteúdos lecionados em sala de aula.
Porém, existe a necessidade de ampliar a discussão acerca de como as NTICs podem ser cada vez mais inseridas na educação, podendo-se também investigar novas utilizações do blog como recurso e estratégia pedagógica, assim, observando a sua eficácia no desenvolvimento da aprendizagem do aluno através da interação e cooperação.




Obrigada por visitar o blog, aguarde o próximo post e eu aguardo a sua próxima visita!

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

      

  • O ano era mil novecentos e... 🎈
  • Made in Amapá 🏡  
  • Amapaense em terras sulistas 🚀🌍  
  • Cristã declarada                                                                                                       


Olá! eu sou Luciele Nogueira, estudante de Pedagogia no Instituto Adventista Paranaense e apresento a vocês o blog:
"Estante Pedagógica", uma opção aderida para armazenar conteúdos e experiências aprendidas em sala de aula, livros que já li, que estou lendo e os que provavelmente eu irei ler. Assim como armazenamos objetos em nossas estantes e eles ali permanecem, muitas vezes para sempre, destarte farei com os conteúdos aqui postados.

Vamos juntos trocar conhecimentos?! Espere pela minha próxima postagem e eu espero pela sua próxima visita! 

Beijoooooo!